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O que é repatriamento de corpo e quando ele é necessário?

Repatriamento de corpo é o conjunto de procedimentos legais, consulares, sanitários e logísticos necessário para transportar internacionalmente uma pessoa falecida.

A operação pode trazer ao Brasil o corpo de um brasileiro falecido no exterior ou encaminhar ao país de origem o corpo de um estrangeiro falecido em território brasileiro.

Como envolve diferentes autoridades e regras, cada caso deve ser validado com o consulado, a embaixada, os órgãos sanitários e os demais responsáveis pela liberação.

Esse processo pode envolver a família, seguradoras de viagem, funerárias, companhias aéreas e agentes funerários parceiros.

Também pode exigir tratativas com o Ministério das Relações Exteriores, por meio do Itamaraty, representações consulares, embaixadas e órgãos sanitários como a ANVISA, observando os requisitos aplicáveis e as orientações internacionais pertinentes.

A documentação disponível, o país de origem, o país de destino, a causa do falecimento e as exigências das autoridades locais influenciam a organização da operação.

Repatriamento internacional e translado funerário terrestre

Embora os termos sejam frequentemente confundidos, eles descrevem operações diferentes

  • Repatriamento de corpo: envolve uma rota internacional e a coordenação de procedimentos consulares, jurídicos, sanitários, alfandegários e de transporte aéreo ou multimodal.
  • Translado funerário terrestre: concentra-se no deslocamento do corpo dentro de um mesmo país, normalmente entre cidades ou estados, conforme as exigências aplicáveis à rota nacional.
  • Ponto de conexão: após a chegada ao país de destino, o repatriamento pode ser integrado a um translado terrestre até a cidade ou local definido pela família.

Assim, o repatriamento não é apenas a contratação de um transporte.

É uma operação coordenada para que as autorizações, os documentos, o acompanhamento sanitário, a carga aérea e a logística no destino estejam alinhados.

Por isso, documentos incompletos ou exigências específicas de uma jurisdição podem exigir novas conferências e validações antes do embarque.

Não é recomendável presumir que os requisitos de um país sejam iguais aos de outro.

A FUNERAL LOG atua nesse contexto com 15 anos de experiência, cobertura nacional, atendimento humanizado e suporte logístico especializado.

A empresa realiza mais de 1.000 translados por mês e oferece atendimento bilíngue, experiência em comércio exterior e uma rede global de agentes funerários parceiros para coordenar as etapas internacionais.

A participação de seguradoras, consulados ou empresas funerárias também pode ser incorporada à condução do caso, conforme a situação concreta.

Para entender as exigências da sua situação, reúna as informações disponíveis sobre o falecimento, o local onde o corpo se encontra, o país de destino e a documentação já emitida.

Em seguida, procure orientação especializada e confirme os requisitos diretamente com as autoridades competentes.

Como funciona o processo de repatriamento internacional?

O repatriamento internacional envolve uma sequência coordenada de providências legais, consulares, sanitárias e logísticas para transportar o corpo de uma pessoa falecida entre países.

A ordem das etapas pode mudar conforme o país de origem e de destino, a causa do falecimento, as exigências locais e a documentação disponível.

Por isso, cada caso precisa ser validado com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos pela operação.

Passo a passo do processo

  1. Comunicação e abertura do caso: a família, a seguradora, a funerária ou uma representação institucional reúne as informações iniciais, como identificação da pessoa falecida, local do óbito, país de destino, contato da família e documentos já emitidos.

    Essa triagem permite identificar quais autoridades e prestadores deverão participar da operação.

  2. Contato com autoridades e representação consular: consulados, embaixadas e, quando aplicável, o Itamaraty são envolvidos para orientar os procedimentos consulares e verificar as exigências do país de origem ou de destino.

    Também podem ser necessárias tratativas com autoridades sanitárias e órgãos locais responsáveis pela liberação do corpo.

  3. Preparação documental: a documentação legal do óbito é conferida e, conforme a jurisdição, pode exigir tradução juramentada, autenticação, Apostilamento de Haia e autorizações consulares.

    Documentos incompletos, divergentes ou emitidos em formato não aceito podem exigir correções e novas validações antes do embarque.

  4. Conservação e acondicionamento: o corpo deve receber a preparação funerária exigida para o transporte internacional.

    O serviço informado pela FUNERAL LOG contempla embalsamamento acompanhado de laudo médico especializado e acondicionamento em urna zincada hermeticamente selada e soldada, sempre de acordo com os requisitos aplicáveis ao caso.

  5. Certificação sanitária: a documentação sanitária é analisada conforme as regras da autoridade competente, da ANVISA, quando aplicável, e das orientações sanitárias internacionais relacionadas à OMS.

    O Certificado Sanitário Internacional pode integrar essa etapa, mas os documentos exigidos devem ser confirmados para cada rota e situação.

  6. Organização da carga aérea: depois das liberações necessárias, a operação é alinhada com a companhia aérea para o transporte de uma carga sensível.

    O Conhecimento de Carga Aérea, conhecido como AWB ou Air Waybill, registra as informações do embarque e deve estar compatível com a documentação apresentada às autoridades e à transportadora.

  7. Desembaraço alfandegário: nos aeroportos internacionais, a carga passa pelos procedimentos de conferência e liberação aduaneira.

    A atuação coordenada entre agente funerário parceiro, companhia aérea, autoridades sanitárias e alfândega ajuda a evitar inconsistências entre os documentos do embarque e os dados do caso.

  8. Chegada ao país de destino: após o desembarque, são realizadas as providências exigidas pelas autoridades locais para a liberação e a continuidade do atendimento.

    O procedimento pode envolver nova conferência documental, acompanhamento sanitário e comunicação com a família ou com a instituição responsável.

  9. Integração com o translado terrestre: concluída a liberação, o corpo é encaminhado para a etapa terrestre no país de destino.

    Essa conexão pode levar ao local da cerimônia, à cidade de origem da família ou a outro destino definido pelos responsáveis, conforme as autorizações e a logística contratada.

Fluxo resumido

Abertura do caso → autoridades e consulado → documentos e traduções → conservação e urna → certificação sanitária → AWB e embarque aéreo → alfândega → liberação no destino → translado terrestre.

O repatriamento exige integração entre etapas: a preparação da urna depende dos requisitos sanitários, o embarque depende da documentação e das regras da companhia aérea, e a chegada depende das liberações no país de destino.

Assim, não é seguro tratar o transporte aéreo como uma contratação isolada.

A FUNERAL LOG atua na coordenação de operações internacionais com atendimento bilíngue, experiência em comércio exterior, rede global de agentes funerários parceiros e capacidade de integrar a logística aérea à etapa terrestre.

Com cobertura nacional e atendimento humanizado, a empresa presta suporte a famílias, seguradoras, empresas funerárias, consulados e demais envolvidos.

As exigências e a sequência podem variar por jurisdição, portanto a confirmação deve ser feita caso a caso, inclusive quando houver participação de seguradora de viagem.

Documentos e exigências legais e sanitárias

No repatriamento de corpo, a documentação precisa ser coordenada entre o país de óbito, o país de destino, autoridades sanitárias, representação consular e companhia aérea.

A lista abaixo é um guia inicial: os documentos aplicáveis podem variar conforme a jurisdição, a causa do falecimento, a nacionalidade da pessoa falecida, a existência de cremação e as regras vigentes no momento do embarque.

Documentos e exigências que podem fazer parte do processo

  • Documentação legal de óbito: reúne os registros emitidos pelas autoridades do país onde ocorreu o falecimento e comprova oficialmente a morte. A forma, o conteúdo e a necessidade de versões adicionais dependem da legislação local e das exigências do país de destino.
  • Tradução juramentada: documentos redigidos em idioma diferente daquele aceito pela autoridade responsável podem precisar de tradução realizada por profissional habilitado. A necessidade de tradução, o idioma exigido e a forma de apresentação devem ser confirmados antes do protocolo.
  • Apostilamento de Haia ou legalização consular: esse procedimento pode autenticar a origem de um documento público para uso internacional. A aplicação depende de os países envolvidos integrarem a Convenção da Apostila de Haia e das orientações da autoridade competente. Quando a apostila não for aplicável, pode haver exigência de legalização por via consular.
  • Autorizações consulares: consulado ou embaixada pode participar da conferência documental, da comunicação com a família e da autorização de procedimentos relacionados ao transporte internacional. Os requisitos não são iguais em todos os países.
  • Certificado Sanitário Internacional: pode ser exigido para demonstrar que as condições sanitárias do transporte foram verificadas. A emissão e o conteúdo devem ser confirmados com as autoridades sanitárias responsáveis, incluindo a ANVISA quando houver exigência aplicável no Brasil.
  • Laudo e documentação do preparo funerário: o embalsamamento informado para o serviço deve ser acompanhado de laudo médico especializado. Esses documentos podem ser analisados em conjunto com as exigências sanitárias, consulares e da transportadora aérea.
  • Conhecimento de Carga Aérea, ou AWB: o Air Waybill identifica e formaliza o transporte da carga aérea. No caso de uma carga sensível, seus dados precisam estar alinhados com a documentação do falecimento, o acondicionamento e as exigências da companhia aérea.
  • Documentos alfandegários e de transporte: o desembaraço em aeroportos internacionais pode exigir informações adicionais sobre origem, destino, responsável pelo recebimento e natureza da remessa. A relação exata deve ser validada conforme a rota.

A documentação não deve ser tratada como um conjunto fixo ou universal.

Um documento emitido corretamente no país de origem ainda pode precisar de autenticação, tradução, validação consular ou complementação para ser aceito no destino.

Por isso, a conferência deve ocorrer antes do embarque, com órgãos oficiais, consulados, embaixadas, profissionais habilitados e a companhia aérea envolvida.

A FUNERAL LOG atua na coordenação documental internacional e possui experiência com requisitos sanitários, trâmites consulares e logística funerária.

No atendimento de um repatriamento de corpo, a empresa pode orientar a organização das etapas e integrar as informações necessárias entre família, autoridades, agentes funerários parceiros e demais envolvidos, sempre considerando as exigências específicas de cada caso.

Glossário rápido

  • ANVISA: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que pode participar das exigências sanitárias aplicáveis ao transporte internacional.
  • AWB: Air Waybill, documento relacionado ao contrato e à identificação do transporte aéreo de carga.
  • Apostilamento de Haia: procedimento de autenticação de documentos públicos para uso internacional entre países participantes da convenção.
  • Itamaraty: denominação usual do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, relacionado à assistência consular e às orientações diplomáticas.
  • OMS: Organização Mundial da Saúde, referência internacional em temas sanitários, sem substituir as exigências específicas das autoridades locais.

As regras podem ser atualizadas e mudar de acordo com o país de origem, o país de destino e a autoridade responsável.

Antes de reunir documentos ou programar o embarque, é recomendável solicitar uma avaliação individualizada e confirmar a lista vigente.

A FUNERAL LOG oferece suporte especializado para organizar essa coordenação com respeito, clareza e atenção às exigências legais e sanitárias.

Embalsamamento, urna e transporte aéreo do corpo

No repatriamento de corpo, a preparação funerária precisa atender simultaneamente às exigências sanitárias, consulares e da companhia aérea.

Em geral, o processo informado pela FUNERAL LOG envolve a conservação por embalsamamento, acompanhada de laudo médico especializado, e o acondicionamento em urna zincada hermeticamente selada e soldada, conforme os requisitos aplicáveis ao caso.

O embalsamamento tem a finalidade de conservar o corpo durante a operação internacional.

O laudo médico especializado documenta esse procedimento e pode integrar o conjunto de documentos analisado por autoridades sanitárias, consulares e pela transportadora.

A urna não deve ser tratada como uma etapa isolada: sua preparação precisa estar compatível com a documentação, as regras do país envolvido, a aceitação da companhia aérea e as exigências de desembaraço alfandegário.

Checklist de preparação

  • Confirmar a documentação médica relacionada ao embalsamamento.
  • Verificar se a urna zincada deve ser hermeticamente selada e soldada conforme as exigências aplicáveis.
  • Conferir os requisitos sanitários do país de origem e do país de destino.
  • Validar previamente a aceitação da carga sensível pela companhia aérea.
  • Organizar o Conhecimento de Carga Aérea, conhecido como AWB ou Air Waybill.
  • Coordenar o desembaraço alfandegário no aeroporto internacional.
  • Planejar a conexão entre o transporte aéreo e o translado terrestre no destino.

A companhia aérea avalia a carga sensível segundo seus procedimentos e os documentos apresentados.

Por isso, a emissão do AWB e a confirmação de embarque dependem da conferência das informações e da liberação das autoridades envolvidas.

Documentos incompletos ou divergentes podem exigir novas validações antes do transporte.

A FUNERAL LOG mantém parcerias com companhias aéreas para logística prioritária de cargas sensíveis e oferece suporte especializado durante o trâmite internacional.

Sua atuação também integra a preparação funerária, a coordenação documental, o acompanhamento sanitário, o transporte aéreo e a conexão com a logística terrestre, com atendimento bilíngue durante o processo.

Perguntas frequentes

O embalsamamento é necessário no transporte internacional do corpo?

No serviço descrito, o processo exige conservação por embalsamamento acompanhada de laudo médico especializado.

A aplicação concreta das exigências deve ser confirmada conforme o país de origem, o país de destino e as autoridades responsáveis.

Qual é a função da urna zincada?

A urna zincada, hermeticamente selada e soldada, integra o acondicionamento do corpo para o transporte internacional, observando os requisitos sanitários, consulares e da companhia aérea aplicáveis ao caso.

O que significa AWB no repatriamento?

AWB é a sigla de Air Waybill, o Conhecimento de Carga Aérea utilizado na organização do transporte aéreo.

Sua emissão faz parte da coordenação logística e deve estar alinhada à documentação exigida para a carga sensível.

A urna pode seguir diretamente até o destino final?

A operação pode envolver desembaraço alfandegário em aeroporto internacional e, depois, integração com o translado terrestre no país de destino.

O fluxo depende das liberações e das regras das autoridades e transportadoras envolvidas.

Como os protocolos variam entre jurisdições, a família, a seguradora ou a empresa funerária responsável deve solicitar a conferência individual dos documentos, do acondicionamento e da aceitação aérea antes do embarque.

Repatriamento de cinzas e situações que exigem orientação especializada

Quando ocorre uma cremação no país de óbito, o transporte internacional das cinzas segue uma rota operacional própria.

As exigências podem envolver documentos de óbito e cremação, regras de acondicionamento, autorização ou orientação consular e procedimentos definidos pela companhia aérea, pelo país de origem e pelo país de destino.

Por isso, cada caso deve ser validado com as autoridades competentes e profissionais especializados antes do embarque.

Corpo e cinzas: operações diferentes

O repatriamento de corpo envolve a conservação, o acondicionamento e o transporte internacional do corpo falecido, além de etapas sanitárias, consulares, alfandegárias e logísticas.

Já o transporte internacional de cinzas ocorre após a cremação e não deve ser tratado como uma simples adaptação dos documentos usados para o corpo.

Transporte do corpo Transporte de cinzas
Pode exigir conservação por embalsamamento, laudo médico especializado e urna zincada hermeticamente selada e soldada, conforme os requisitos aplicáveis. Parte de uma cremação realizada no país de óbito e depende da documentação correspondente e das regras vigentes para as cinzas.
Envolve coordenação entre autoridades sanitárias, consulado ou embaixada, companhia aérea, alfândega e agentes funerários. Pode exigir validações específicas junto à representação consular, à companhia aérea e às autoridades do país de destino.
É organizado como transporte internacional de carga sensível com integração ao translado terrestre. Deve ser planejado de acordo com o acondicionamento aceito, o destino final e a finalidade da entrega ou cerimônia.

Essa distinção é importante para evitar que a família presuma que o mesmo conjunto de documentos, embalagens ou autorizações será aceito nas duas situações.

Documentos e verificações que podem ser necessários

Não existe uma lista única válida para todos os países.

Dependendo da origem, do destino, da nacionalidade da pessoa falecida e das regras locais, podem ser solicitados

  • documentação legal do óbito;
  • certificado ou declaração de cremação;
  • tradução juramentada de documentos, quando exigida;
  • Apostilamento de Haia ou outra forma de legalização documental, conforme o país envolvido;
  • autorização ou orientação do consulado ou da embaixada;
  • documentos de identificação da pessoa falecida e do responsável pelo transporte;
  • comprovação do destino final das cinzas;
  • documentação solicitada pela companhia aérea para o transporte.

A necessidade de cada item deve ser confirmada antes da contratação do transporte.

Também é importante verificar se os documentos precisam de tradução, autenticação, apostilamento ou apresentação perante uma autoridade específica.

A companhia aérea pode aplicar procedimentos próprios para o embarque, inclusive quanto ao recipiente, à identificação e à documentação que acompanha as cinzas.

Alerta de jurisdição: as regras de transporte internacional de cinzas variam conforme o país de óbito, o país de destino, a rota aérea e as autoridades envolvidas.

Informações gerais não substituem a conferência com o consulado, a embaixada, a companhia aérea e os órgãos competentes.

Como a FUNERAL LOG pode apoiar esses casos?

A FUNERAL LOG também realiza atendimento para situações de cremação prévia no país de óbito, oferecendo consultoria completa dentro das informações disponíveis para cada caso.

A coordenação pode envolver a análise inicial da documentação, a orientação sobre as etapas internacionais e a integração com os responsáveis pelo destino final.

Com 15 anos de experiência no setor funerário, atuação nacional e atendimento humanizado, a empresa presta suporte logístico especializado a famílias, empresas funerárias e seguradoras.

Em situações internacionais, o atendimento bilíngue, a experiência em comércio exterior e a rede global de agentes funerários parceiros podem contribuir para organizar a comunicação entre os envolvidos.

Ainda assim, as exigências finais dependem das autoridades e dos prestadores responsáveis pela rota escolhida.

Como escolher suporte para um repatriamento funerário internacional?

Escolher suporte para um repatriamento funerário internacional exige mais do que contratar um transporte.

A operação envolve documentação, autoridades consulares, requisitos sanitários, companhia aérea, desembaraço alfandegário e, em muitos casos, a integração com o translado terrestre no país de destino.

Por isso, a família, a seguradora ou a funerária responsável deve avaliar se o prestador consegue coordenar o processo de ponta a ponta e explicar cada etapa com transparência.

O que avaliar antes de contratar?

Verifique se a empresa ou equipe responsável demonstra

  • Experiência em logística funerária internacional e em trâmites consulares.
  • Conhecimento dos requisitos sanitários aplicáveis ao país de origem e ao país de destino.
  • Capacidade de organizar o transporte aéreo de uma carga sensível e conectá-lo ao transporte terrestre.
  • Atendimento bilíngue para facilitar a comunicação com consulados, embaixadas, companhias aéreas e agentes locais.
  • Comunicação clara sobre documentos pendentes, validações necessárias e possíveis mudanças determinadas pelas autoridades.
  • Rede de agentes funerários parceiros no exterior para apoiar as etapas locais.
  • Disponibilidade para atender famílias, seguradoras de viagem, consulados e empresas funerárias.
  • Método de acompanhamento documental, com atualização sobre o andamento do caso sem prometer prazos que dependam de terceiros.

Uma diferença importante é separar o suporte integral de uma simples contratação de transporte.

No suporte integral, a empresa coordena diferentes envolvidos e orienta sobre as exigências jurídicas, consulares, sanitárias e logísticas.

Já uma contratação limitada ao transporte pode não incluir a preparação documental, a comunicação com autoridades ou a integração com o translado terrestre.

Perguntas úteis para fazer

Antes de iniciar o atendimento, pergunte

  1. Quais documentos já estão disponíveis e quais ainda precisam ser providenciados?
  2. Quais exigências podem variar conforme o país de origem, o país de destino e a causa do falecimento?
  3. Quem fará a interlocução com o consulado, a embaixada, a companhia aérea e os agentes funerários locais?
  4. Como serão coordenados o transporte aéreo, o desembaraço alfandegário e o trecho terrestre?
  5. O caso exige tradução juramentada, Apostilamento de Haia, Certificado Sanitário Internacional ou autorização consular?
  6. Quais informações serão comunicadas à família ou à seguradora durante o processo?
  7. Quais etapas dependem de análise ou liberação de autoridades externas?
  8. Como será tratada uma eventual cremação prévia e o transporte internacional das cinzas?

As respostas devem distinguir o que é uma exigência já confirmada do que ainda depende de validação.

Em um repatriamento de corpo, documentos incompletos, divergências de nomes, traduções inadequadas ou regras específicas do país envolvido podem exigir novas conferências antes do embarque.

Informações que a família deve reunir

Para uma avaliação inicial, é útil organizar a identificação da pessoa falecida, o local do óbito, o país de destino, a documentação de óbito disponível, os dados dos familiares responsáveis e as informações da seguradora, quando houver cobertura contratada.

Também devem ser comunicadas as preferências relacionadas ao destino final, à cerimônia e à possibilidade de cremação, quando essa alternativa fizer parte do caso.

Essa preparação não substitui a conferência com o consulado, a embaixada, a autoridade sanitária, a companhia aérea ou profissionais habilitados.

As regras podem mudar conforme a jurisdição e a natureza da operação, portanto a lista final de documentos e procedimentos deve ser confirmada individualmente.

Por que considerar a FUNERAL LOG?

A FUNERAL LOG tem 15 anos de atuação no setor funerário, cobertura nacional e experiência em comércio exterior e trâmites consulares internacionais.

A empresa também informa realizar mais de 1.000 translados por mês, manter uma rede global de agentes funerários parceiros, oferecer atendimento bilíngue e trabalhar com companhias aéreas para a logística de cargas sensíveis.

Esses elementos permitem avaliar a capacidade de coordenação necessária para um caso internacional, sempre respeitando os limites de cada jurisdição e as liberações dos órgãos envolvidos.

O atendimento humanizado também é essencial, porque a família precisa receber orientação objetiva e respeitosa durante uma situação de elevada sensibilidade.

Checklist final

Para receber uma avaliação adequada, a família, a seguradora ou a empresa funerária pode consultar a FUNERAL LOG e apresentar as informações disponíveis.

A orientação inicial deve indicar quais etapas precisam ser confirmadas com as autoridades competentes, sem substituir a análise documental e consular específica de cada país.

Dúvidas frequentes

O suporte integral inclui apenas o transporte do corpo?

Não necessariamente.

Um suporte integral pode envolver a coordenação de documentos, consulados, autoridades sanitárias, companhia aérea, desembaraço alfandegário, agentes funerários parceiros e translado terrestre.

O escopo deve ser confirmado para cada caso.

É possível saber o prazo exato do repatriamento?

Não é recomendável afirmar um prazo exato antes da análise do caso.

A duração pode depender da liberação de autoridades locais, da documentação disponível, das exigências sanitárias, da companhia aérea e de outros fatores externos.

A seguradora de viagem pode participar do processo?

Sim.

A seguradora pode estar envolvida conforme as condições da apólice e os procedimentos aplicáveis.

É importante reunir os dados do seguro e confirmar quais etapas estão contempladas diretamente com a seguradora e com a empresa responsável pela coordenação.

O repatriamento de corpo é igual ao translado funerário nacional?

Não.

O translado funerário nacional normalmente se concentra em uma rota terrestre dentro do país.

O repatriamento envolve uma operação internacional, com etapas jurídicas, consulares, sanitárias, aéreas e alfandegárias, além da possível conexão com o transporte terrestre.

A FUNERAL LOG atende casos de cremação prévia?

A empresa também atende casos de cremação realizada no país de óbito, seguindo procedimentos próprios para o transporte internacional de cinzas.

Os documentos e requisitos devem ser confirmados conforme os países e as autoridades envolvidos.

Conclusão

Para lidar com repatriamento de corpo, vale confirmar os documentos aplicáveis, as etapas do atendimento, os prazos estimados e os custos antes da contratação. A FUNERAL LOG orienta a avaliação do caso e organiza o suporte funerário de acordo com a necessidade apresentada.

Perguntas frequentes sobre repatriamento de corpo

As cinzas podem ser transportadas do mesmo modo que o corpo?

Não necessariamente.

O transporte de cinzas segue procedimentos próprios e pode ter exigências diferentes de documentação, acondicionamento, autorização consular e aceitação pela companhia aérea.

O repatriamento de corpo e o transporte internacional de cinzas usam os mesmos documentos?

Não se deve presumir isso.

A documentação precisa ser conferida para o caso concreto, pois a cremação modifica a natureza da operação e pode exigir certificados ou autorizações específicos.

É necessário consultar o consulado?

A consulta à representação consular é recomendável quando há transporte internacional, especialmente para confirmar exigências do país de destino e eventuais procedimentos de legalização ou tradução.

A companhia aérea define as regras do transporte?

A companhia aérea participa da definição dos requisitos operacionais de embarque, mas suas regras não substituem as exigências sanitárias, consulares e legais dos países envolvidos.

A documentação deve ser conferida com todas as partes responsáveis.

A FUNERAL LOG atende brasileiros e estrangeiros?

A FUNERAL LOG atende casos de cremação prévia no país de óbito e prestar suporte a famílias de brasileiros falecidos no exterior e a estrangeiros falecidos no Brasil.

A viabilidade e os procedimentos aplicáveis devem ser avaliados individualmente.

Em um caso de repatriamento de corpo ou de transporte internacional de cinzas, reunir antecipadamente os documentos disponíveis e informar o país de óbito, o país de destino, a existência de cremação e o destino final desejado ajuda a orientar a análise inicial.

A confirmação oficial das exigências deve ocorrer antes do embarque.

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